A diabetes, como é do conhecimento geral, é classificada tradicionalmente em dois tipos:
- tipo 1, que normalmente surge na infância e cujos portadores são necessariamente insulino-dependentes, ou seja, precisam de doses diárias de insulina e,
- tipo 2, que surge normalmente na vida adulta, muitas vezes decorrentes dos maus hábitos, sobretudo alimentares, que a pessoa pratica na vida.
Mas há agora uma nova classificação da diabetes mellitus.
A doença conhecida como diabetes tem seu nome “oficial” de diabetes mellitus. Ela corresponde na verdade a um conjunto de distúrbios metabólicos crónicos, ou seja, não possuem cura, apenas tratamentos. Todos esses distúrbios tem um ponto de convergência, um ponto em comum: a hiperglicemia, ou seja, o excesso de açúcar no sangue.
O seu diagnóstico é simples. Basta uma única amostragem de sangue para descobrir se alguém é diabético ou não.
As causas para esta doença são várias. Há uma série variada de causas, sejam elas de origem genética ou então adquirida. No caso da diabetes tipo 2, os fatores são os mais diferentes possíveis. Entendê-los pode ajudar a identificar os grupos de risco e assim selecionar um tratamento personalizado e mais adequado.
No entanto, essa classificação habitual, em dois tipos, pode mudar. Alguns pesquisadores, com o auxílio de novas e extensas pesquisas, com amostragens distintas de pessoas, propuseram uma nova classificação da diabetes, em 5 tipos.
A ideia desta nova divisão é justamente permitir uma personalização do tratamento e a identificação de pessoas mais propensas a desenvolver a doença.
A nova classificação da diabetes em 5 novos tipos, cada qual com as suas características específicas e a sua evolução peculiar pode auxiliar significativamente no planeamento terapêutico do paciente. O tratamento tradicional usa a mesma linha de raciocínio para todos os tipos e isso é um tremendo equívoco.
Um tratamento específico pode ser muito mais eficiente e dar qualidade de vida.
A nova classificação da diabetes em 5 novos tipos, cada qual com as suas características específicas e a sua evolução peculiar pode auxiliar significativamente no planeamento terapêutico do paciente. O tratamento tradicional usa a mesma linha de raciocínio para todos os tipos e isso é um tremendo equívoco.
Um tratamento específico pode ser muito mais eficiente e dar qualidade de vida.
Já parou para pensar o quanto a internet está presente nas nossas vidas hoje em dia? Ela está em diversas esferas da nossa vida, mostrando que é uma ferramenta poderosa, capaz de nos auxiliar em inúmeras tarefas diárias.
Um aspeto muito interessante sobre a internet é o avanço que as tecnologias da comunicação e da informação tiveram. Por exemplo, hoje é muito fácil ter notícias de um amigo que mora longe; de fazer novas amizades em países que você nunca visitou; ou até mesmo ter acesso a informações que antes pareciam impossíveis de alcançar. A rede mundial de computadores é realmente uma das maiores criações do século passado.
Mas como todas as ferramentas, o uso da internet deve ser consciente e de forma crítica. Existem pessoas que estão dedicadas a cometer crimes na rede e é importante estar atento a essas ações.
Mas como nos podemos nós preparar para essas situações? Alguns cuidados são bem simples, como: não fornecer informações pessoais para desconhecidos; não criar senhas óbvias como a data do aniversário; e não preencher formulários de sites duvidosos.
O QUE É?
É uma forma de violência contínua que acontece entre colegas da mesma turma, da mesma escola ou entre pessoas que tenham alguma característica em comum (por exemplo: terem mais ou menos a mesma idade; estudarem no mesmo sítio).
Quem agride é mais forte ou está em maior número do que
A vítima tem alguma característica física que a torna
A vítima tem alguma característica na sua “forma de ser”
- Os comportamentos agressivos são propositados: têm o
No bullying:
- Existe um desequilíbrio de poder entre quem
- Existe um desequilíbrio de poder entre quem
agride e quem é agredido/a:
Quem agride é mais forte ou está em maior número do que
a vítima (por exemplo, um grupo de colegas da mesma
turma agride um colega de outra turma);
A vítima tem alguma característica física que a torna
“diferente” dos outros (por exemplo, é mais baixa/mais alta
que os colegas; usa óculos ou aparelho nos dentes; tem
sardas; tem uma forma diferente de se vestir; é de uma
etnia diferente da maioria ou tem outra nacionalidade);
A vítima tem alguma característica na sua “forma de ser”
que a pode tornar mais frágil (por exemplo, ser inseguro/a, calado/a e isolado/a).
- Os comportamentos agressivos repetem-se
no tempo: acontecem mais do que uma vez. |
- Os comportamentos agressivos são propositados: têm o
objetivo de assustar, magoar, humilhar e intimidar a vítima.
- As agressões podem ser cometidas contra uma vítima ou contra várias vítimas.
COMO SE SENTE A VÍTIMA?
Passar por uma experiência de bullying, principalmente quando
se vive sozinho/a, pode ser complicado…
se vive sozinho/a, pode ser complicado…
Pode sentir vergonha de contar o que se está a passar.
Pode ter medo do que possa acontecer se contar:
- sofrer retaliações, perseguições ou ainda mais agressões,
caso que os colegas que o têm agredido descubram;
- pensar que ninguém acreditará no que está a dizer;
- pensar que os seus amigos se vão afastar, em vez de o apoiarem;
- achar que ninguém vai ser capaz de o ajudar a ultrapassar a situação.
- sofrer retaliações, perseguições ou ainda mais agressões,
caso que os colegas que o têm agredido descubram;
- pensar que ninguém acreditará no que está a dizer;
- pensar que os seus amigos se vão afastar, em vez de o apoiarem;
- achar que ninguém vai ser capaz de o ajudar a ultrapassar a situação.
Todas estas inseguranças e medos são naturais. Muitas vítimas sentem-se assim.
O QUE FAZER?
Se for vítima de bullying:
- Conte o que se está a passar a um/a amigo/a ou colega em quem confies. A simples presença de um amigo/a ou colega pode ajudá-lo e proteger-se.
- Conte o que se está a passar a um/a amigo/a ou colega em quem confies. A simples presença de um amigo/a ou colega pode ajudá-lo e proteger-se.
- Conte o que se está a acontecer a algum adulto de confiança que trabalhe na escola. Conte também aos seus pais. Os adultos só poderão ajudar se souberem o que está a viver. - Também pode ligar para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). Pode pedir ajuda sem se identificar. O apoio é gratuito e CONFIDENCIAL (o que significa que não precisa de se identificar para falar – dizer o seu nome, onde mora ou o nome dos seus pais, por exemplo). A APAV presta apoio a todas as vítimas, independentemente de terem ou não denunciado a situação às autoridades. |
Mesmo assim, é importante que a situação seja denunciada às autoridades.
"A violência no namoro acontece quando o/a nosso/a parceiro nos magoa (física, emocional ou sexualmente) e nos controla a nós e à nossa relação. É um ato de violência, pontual ou contínuo, que tem como objetivo ter mais poder e controlo do que a outra pessoa envolvida na relação.
A violência no namoro pode acontecer quer as relações sejam “sérias” ou não, menos ou mais longas. Quer as raparigas quer os rapazes podem ser violentos para os seus parceiros. As relações em que existe violência não é obrigatório que incluam violência física. Na mesma relação podem ocorrer várias formas de violência.
Existem várias formas de violência no namoro:
- Violência Física. Quando somos empurrados, agarrados ou presos, nos atiram objetos, nos dão bofetadas/pontapés/murros, nos ameaçam de nos bater, nos bloqueiam a porta ou a saída, não nos deixam sair de determinado sítio.
- Violência Sexual. Quando somos obrigados a praticar atos sexuais contra a nossa vontade ou quando somos acariciados/tocados sem que queiramos.
- Violência Verbal. Quando nos chamam nomes ou gritam, nos humilham ou fazem comentários negativos sobre nós, nos intimidam e ameaçam.
- Violência Psicológica. Quando nos partem ou estragam objetos, controlam a nossa forma de vestir, controlam os nossos tempos livres e o que fazemos durante o dia, nos ligam constantemente ou enviam mensagens, ameaçam terminar a relação como estratégia de manipulação, nos dizem que mais ninguém ficaria connosco, nos fazem sentir culpados/as por alguma coisa que fizemos que não foi errada, nos fazem sentir que não merecemos ser amados/as, nos dizem que somos nós que provocamos a violência.
- Violência Social. Quando nos envergonham ou humilham em público, sobretudo junto de amigos; quando mexem no nosso telemóvel ou vigiam o que fazemos nas redes sociais sem permissão; quando somos proibidos de conviver com os nossos amigos e família.
- Violência Digital. Quando entram nas nossas contas de email, redes sociais, quando controlam o que fazemos nas redes sociais, quando perseguem os nossos perfis.
Todas as formas de violência no namoro têm como objetivo magoar, humilhar, controlar e assustar. A violência nunca é uma forma de expressar amor por outra pessoa.
Ser vítima de violência por parte de alguém com quem escolhemos namorar é uma experiência dolorosa e complicada de resolver. É preciso primeiro perceber que o que nos está a acontecer é violência e para nós é difícil acreditar e compreender que alguém que gosta de nós também é capaz de nos fazer mal. Muitas vezes, apesar dos maus-tratos, continuamos a gostar do nosso namorado/a. Podemos ter medo de não conseguirmos namorar outra pessoa ou temos vergonhar de contar a alguém e pedir ajuda. Também podemos ter medo que ninguém acredite em nós, que nos façam ainda mais mal se contarmos ou que ninguém nos possa ajudar.
A violência no namoro pode fazer-nos sentir muito sozinhos, assustados, envergonhados, culpados, inseguros, confusos, tristes e ansiosos. Mas é importante lembrarmo-nos que a violência NUNCA é aceitável. NUNCA, sob qualquer motivo, alguém tem o direito de ser violento/a connosco! A violência é uma forma errada de resolver os problemas e as dificuldades de um namoro.
É fundamental procurar ajuda!
Contar a um adulto em que confiemos o que se está a passar é a única forma de outra pessoa saber o que se passa connosco e poder apoiar-nos e proteger-nos. O Psicólogo da escola também pode ajudar. Assim como ligar para a APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, onde o atendimento é gratuito e não é preciso dizermos o nosso nome, é confidencial."
in www.escolasaudavelmente.pt
A Equipa do Educar para a Saúde encontra-se a dinamizar dois projetos em parceria com a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) subordinados a uma temática que considera ser fundamental no contexto em que se insere a nossa sociedade atual: a promoção da igualdade de género e a prevenção primária da violência de género.
1. Projeto CapacitArte
Este projeto incide nos domínios da igualdade de género e da violência de género e encerra uma estratégia de capacitação interna e externa.
As ações a desenvolver assumem o cunho de uma capacitação-ação e estabelecem-se em diferentes níveis - informação, sensibilização e formação - direcionando-se a todos os públicos (alunos, pessoal docente e não docente).
2. Projeto Art'hemis Mais
1. Projeto CapacitArte
Este projeto incide nos domínios da igualdade de género e da violência de género e encerra uma estratégia de capacitação interna e externa.
As ações a desenvolver assumem o cunho de uma capacitação-ação e estabelecem-se em diferentes níveis - informação, sensibilização e formação - direcionando-se a todos os públicos (alunos, pessoal docente e não docente).
2. Projeto Art'hemis Mais
Tem como principal objetivo alertar e consciencializar para as causas e consequências da violência de género e doméstica. Trata-se de um projeto que pretende a promoção de valores de incentivo à cidadania, à participação equitativa nas mais diversas esferas da vida pública e privada, e a emancipação através da conscientização das formas pelas quais a desigualdade de género se processa, se constrói e reconstrói nos quotidianos, tentando encontrar, desta forma, a mudança quanto a esta realidade e, consequentemente, a transformação social.
Funciona através de um programa de ação pedagógica sistemática com jovens, explorando-se diversos temas no domínio da prevenção de comportamentos violentos, nomeadamente com base no género, mas sobretudo desconstruindo as bases culturais e de representações sociais que lhe estão na base. Neste sentido, abordam-se temas como os Direitos Humanos, Direitos das Mulheres, estereótipos de género, violência no namoro, de género e doméstica, entre outros.
Organizado desde 2003 pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, o "Hospital dos Pequeninos" é uma iniciativa que tem como objetivo desmistificar o medo da bata branca dos mais pequenos.
Os nossos alunos, com idades compreendidas entre os 3 e os 5 anos, são recebido na zona da "Triagem", onde o "senhor doutor" avalia de que se queixam os seus bonecos doentes, para depois serem reencaminhados para um dos vários consultórios disponíveis ("Dor de barriga", "Dor de dentes", "Falta de ar/asma#, etc.).
As crianças tendem a projetar nos seus bonecos aquilo que mais as afeta, e os "senhores doutores" aproveitam a oportunidade para, através deste jogo de faz-de-conta, chegarem às crianças e dar resposta aos seus medos.
ESCOVAGEM DOS DENTES
Escovar os dentes é essencial para a saúde. Previne o aparecimento da cárie dentária e das doenças periodontais.
Os dentes devem ser escovados, pelo menos 2 vezes por dia, sendo uma delas à noite, antes de dormir.
A escovagem dos dentes com um dentífrico
fluoretado:
∗ remove a placa bacteriana (conjunto de bactérias,
saliva e restos de alimentos);
∗ promove a remineralização dos dentes, tornando-os
mais resistentes.
Só com uma
escovagem eficaz é
que se consegue
remover a placa bacteriana.
Os dentes devem
ser escovados durante 2 a 3 minutos.
Deve-se escovar os dentes a partir do momento em que os dentes nascem. São os pais
ou quem cuida do bebé os responsáveis pela
escovagem dos seus dentes.
- DENTÍFRICO
É essencial que tenha flúor na sua composição
(1000-1500 ppm).
∗ Até aos 6 anos, deve colocar-se na escova
uma porção de dentífrico semelhante ao tamanho
da unha do dedo mindinho do bebé ou da criança.
∗ A partir dos 6 anos, é suficiente usar cerca
de 1 cm de dentífrico, por cada escovagem dos
dentes.
- ESCOVA DE DENTES
O tamanho deve ser adequado à boca de
quem a utiliza.
A textura deve ser
macia ou média.
Deve ser substituída
quando os pêlos começam
a ficar deformados (normalmente de 3 em 3
meses).
- COMO FAZER A ESCOVAGEM
1. Colocar o dentífrico fluoretado na escova.
2. Inclinar a escova em direção à gengiva e
fazer pequenos movimentos
vibratorios horizontais
ou circulares
com pouca pressão.
3. Escovar 2 dentes
de cada vez, fazendo
aproximadamente 10
movimentos (ou 5 no
caso de crianças até
aos 6 anos).
4. Escovar com uma
sequência: começar
pela superfície externa
(do lado da bochecha) do último dente de um dos
maxilares e continuar a escovar até atingir o último
dente do lado oposto.
5. Escovar as superfícies do lado da língua com a mesma sequência.
6. Proceder do mesmo modo no outro maxilar.
7. Escovar as superfícies mastigatorias dos dentes com movimentos de vaivém.
8. Por fim, pode escovar-se a língua e cuspir o excesso de dentífrico, sem bochechar com água. Assim, os fluoretos do dentífrico actuam mais tempo sobre os dentes.
FIO DENTÍFRICO
Tal como o nome indica, é um fio (ou fita, que é um pouco mais larga e achatada) constituído por múltiplos filamentos. Serve para remover a placa bacteriana que se acumula nos espaços entre os dentes, onde a escova de dentes não chega, prevenindo assim o aparecimento da cárie dentária e das doenças periodontais.
Normalmente pode ser utilizado a partir dos 8
anos de idade.
- COMO UTILIZAR O FIO DENTÁRIO
1. Retira-se cerca de 40 cm de fio dentário da caixa.
2. Enrola-se quase a totalidade do fio no dedo médio de uma mão e uma pequena porção no dedo médio da outra mão. À medida que se vai utilizando, desenrola-se o fio de um dedo e enrola-se no outro.
3. É importante utilizar sempre fio dentário limpo em cada espaço interdentário.
4. Introduz-se o fio, cuidadosamente, entre dois dentes e curva-se à volta do dente que se está a limpar, fazendo com que tome a forma de um “C”.
5. Executam-se movimentos curtos, horizontais, desde o ponto de contacto entre os dois dentes até ao sulco gengival, em cada uma das superfícies dentárias desse espaço.
6. Procede-se da mesma forma até que todos os dentes estejam devidamente limpos.
O Regime de Fruta escolar visa promover o consumo de frutas, produtos hortícolas e bananas e de leite e produtos lácteos às crianças nos estabelecimentos de ensino público.
Este regime destina-se aos alunos que frequentam o 1º ciclo do ensino básico (frutas e produtos hortícolas, leite e produtos lácteos) e ensino pré-escolar (leite e produtos lácteos).
Dia Mundial da Alimentação
No Dia Mundial da Alimentação, que é comemorado a dia 16 de outubro, aqui ficam algumas dicas para uma alimentação saudável.
A aplicação destas dicas contribuem para a manutenção de um peso adequado e, consequentemente, para a prevenção de muitas doenças crónicas não transmissíveis, como a obesidade.
1. Tomar sempre o pequeno almoço, que deverá incluir o pão fresco de preferência integral ou de mistura ou cereais não açucarados, acompanhado por leite ou iogurte ou queijo fresco ou requeijão sem esquecer a fruta.
2. A meio da manhã ou da tarde, opte por fazer uma pequena merenda, que poderá ser fruta ou iogurte. Isso, permitir-lhe-á regular melhor o seu apetite.
3. Ao almoço e ao jantar, comece sempre a refeição com sopa, que pela sua riqueza em fibra, vai contribuir, por um lado, para um atraso do esvaziamento gástrico, aumentando a saciedade, por outro lado, para uma diminuição do trânsito intestinal, sendo fator protetor do cancro do cólon.
4. No prato principal, prefira peixe ou carnes brancas ou ovo, em detrimento das carnes vermelhas, diminuindo, assim, o consumo de gorduras saturadas associadas a um maior risco de doença aterosclerótica e, consequentemente, acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares.
5. Prefira grelhar, cozer ou estufar em cru e evite os fritos.
6. Quantidades? No que se refere a carnes ou peixes, o tamanho da palma da mão, depois de cozinhados e retiradas as gorduras visíveis, ossos ou espinhas. Preencher metade do prato com saladas e/ou hortículas cozidas/salteadas, usando o azeite como forma de tempero ou confeção. O resto do prato será destinado ao arroz ou massa, de preferência integrais, ou em alternativa batata ou batata-doce.
7. Termine a sua refeição com fruta, cuja riqueza em vitamina C melhora a absorção do ferro no organismo. Evite o iogurte após as refeições, pois pode dificultar a absorção de ferro.
8. O jantar deverá ser uma refeição leve, com menores quantidades de alimentos, uma vez que as necessidades nutricionais e energéticas ao final do dia, próximas da hora de deitar, são menores.
9. A quantidade de sal ingerida deve ser reduzida, sendo que a Organização Mundial de Saúde recomenda a ingestão de no máximo 5 gramas por dia.Os alimentos já têm sal e o excesso deste tempero é um dos fatores que mais contribui para a hipertensão arterial, um fator de risco para AVC e doenças cardiovasculares.
10. O açúcar, alguns alimentos e bebidas que são ricos em açúcares simples são rapidamente absorvidos pelo organismo, e o seu consumo excessivo relaciona-se com maior risco de obesidade, diabetes e de cáries dentárias. Muitos produtos alimentares, além de possuírem gordura 'trans' que aumenta o risco aterosclerótico, possuem açúcares 'mascarados', que aparecem nos rótulos como açúcares, açúcar amarelo, dextrose, sacarose, melaço, glicose ou glucose, frutose, todos estes termos significando açúcares escondidos no produto.
11. As bebidas alcoólicas são de evitar, por serem fornecedoras de 'calorias vazias' e pelo facto do seu consumo excessivo também aumentar o risco de AVC e de doença cardiovascular. Deve limitar o seu consumo a um máximo de um copo de vinho por dia nas mulheres e dois nos homens.
12. Deve-se beber cerca de 8 a 10 copos de água por dia - cerca de 1,5 L. No entanto, alguns indivíduos precisam de mais água do que outros, pelo que se deve beber o suficiente para que a urina seja clara e inodora. Em caso de exercício, febre, vómitos ou diarreia, as necessidades de água aumentam.
A escovagem dos dentes nos Jardins de Infância e nas Escolas levanta, por vezes, alguma polémica. Os dados mostram que é um ato seguro e muito recomendável. Saiba quais são as medidas mais adequadas a serem seguidas.
Escovar os dentes com um dentífrico fluoretado é considerado, hoje em dia, um dos meios mais eficazes na prevenção da cárie dentária. Se este método for efetuado nos Jardins de Infância e nas Escolas, estamos a contribuir para alterar os hábitos de milhares de crianças portuguesas e fazer com que tenham dentes saudáveis a vida inteira. No entanto, levantam-se, por vezes, dúvidas sobre a segurança da escovagem dos dentes nos estabelecimentos de ensino.
Será que escovar os dentes pode ser perigoso para a saúde?
A resposta é: não, não é perigoso e nunca houve nenhum documento institucional que desaconselhasse a escovagem dos dentes nos jardins de infância ou nas escolas, desde que existam condições para tal, facto que acontece na sua grande maioria.
Vejamos alguns factos:
Até este momento, não são conhecidos dados científicos ou indicações oficiais que sinalizem alguma espécie de prejuízo para a saúde ligado à escovagem dos dentes com um dentífrico fluoretado.
Até este momento, não são conhecidos dados científicos ou indicações oficiais que sinalizem alguma espécie de prejuízo para a saúde ligado à escovagem dos dentes com um dentífrico fluoretado.
Cuidar bem das escovas de dentes, é o mais importante!
Principalmente nos Jardins de Infância e nas Escolas do 1º Ciclo, o cuidado com as escovas dos dentes deve ser rigoroso. A escovagem dos dentes em instituições de educação deve ser feita sob supervisão de professores ou monitores, educadores, auxiliares de educação ou de outros elementos, nomeadamente de pais voluntários. Desta forma, evitar-se-á a troca de escovas e será mais fácil implementar técnicas de escovagem mais corretas e eficazes.
As regras básicas para um uso seguro de uma escova de dentes na escola são:
- Nunca partilhar a escova de dentes. A escova de dentes é pessoal e intransmissível;
- Depois da escovagem é importante, passar bem a escova de dentes por água corrente e retirar os restos de dentífrico. As escovas devem ser guardadas com os pêlos virados para cima num lugar arejado e abrigado do pó. Se for preciso guardar muitas escovas no mesmo suporte, estas não devem tocar umas nas outras. Uma placa de esferovite é um exemplo de um tipo de material que pode ser utilizado para armazenar as escovas, que devem estar cuidadosamente e devidamente identificadas.
- As escovas devem ser substituídas, em média, todos os 3 meses.
A adoção de regras muito simples, criteriosamente aplicadas, permite aconselhar a escovagem dos dentes nos Jardins-Infantis e escolas de Portugal sem riscos para os seus beneficiários. Os conselhos básicos para um programa de escovagem diária num Jardim de Infância ou na Escola ou com um dentífrico fluoretado, são:
- Contactar o Centro de Saúde da área geográfica do Estabelecimento de ensino e, se necessário, pedir apoio para a implementação da atividade. A própria escola, através da biblioteca escolar do agrupamento, poderá, ao abrigo do projeto SOBE no site www.sobe.pt (este onde está!) criar um projeto de escovagem diária e pedir o material para o efeito, seguindo as regras que estão definidas no site (Bolsa de Projetos);
- Garantir que cada criança tem uma escova identificada com o seu nome
- Assegurar que quantidade de pasta fluoretada usada na escovagem não será mais do que o tamanho da unha do dedo mindinho da criança ou, partir dos 6 anos, ter cerca de 1cm
- Se for usado um tubo de dentífrico comum a todas as crianças, deve ser prevenida a contaminação do dentífrico.
- A forma como a criança lava a escova de dentes depois de a usar é importante. Ensine-a a lavar bem a escova, de forma a remover eficazmente os restos de dentífrico. Nas crianças mais novas, esta tarefa deve ser supervisionada.
- Depois da escovagem dos dentes, as crianças podem remover a pasta bochechando com água ou podem apenas cuspir (bem) o excesso de dentífrico para um copo descartável.
Escovar os dentes é um ato fundamental para o controlo da cárie dentária e das doenças gengivais. Nas escolas, para além de se aprender a ler, a contar e muitas outras coisas...também se aprende a ter saúde.
Equipa de Saúde Oral
da Direção Geral da Saúde
PROJETO COSI PORTUGAL
O Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI)/World Health Organization Regional Office for Europe é o sistema europeu de vigilância nutricional infantil coordenado pelo Gabinete Regional Europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS). Tem como principal objetivo criar uma rede sistemática de recolha, análise, interpretação e divulgação de informação descritiva sobre as caraterísticas do estado nutricional infantil de crianças dos 6 aos 8 anos, que se traduz num sistema de vigilância que produz dados comparáveis entre países da Europa e que permite a monitorização da obesidade infantil a cada 2-3 anos.
Em Portugal o estudo denomina-se COSI Portugal e constitui por excelência o estudo que providencia os dados de prevalência de baixo peso, excesso de peso e obesidade de crianças portuguesas dos 6 aos 8 anos. Muito embora se considere que se tem vindo a registar uma evolução positiva, Portugal continua a ser um dos países com maior prevalência de excesso de peso e obesidade infantil. De facto, a abordagem da Obesidade Infantil é um dos eixos prioritários do Plano Nacional de Saúde – extensão a 2020 constando-se e reforçando a importância de mecanismos de vigilância nutricional infantil, tornando-se por isso fundamental uma avaliação detalhada e compreensiva da magnitude deste problema de saúde sendo possível, assim, estimular uma adequada e mais ajustada resposta política.
O COSI Portugal é coordenado cientificamente e conduzido pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) em articulação com a Direção-Geral da Saúde (DGS) e implementado a nível regional pelas Administrações Regionais de Saúde (ARS) de Lisboa Vale do Tejo (LVT), Alentejo, Algarve, Centro e Norte e ainda com as Direções Regionais de Saúde (DRS) dos Açores e da Madeira, concretamente pelo Instituto de Administração da Saúde e Assuntos Sociais, IP-RAM da Madeira.
O estudo em questão baseia-se no modelo da epidemiologia descritiva, com amostras transversais repetidas de avaliação do estado nutricional de crianças. As escolas selecionadas constituem a “Rede de Escolas Sentinelas” onde decorre o COSI Portugal a cada 3 anos. O nosso agrupamento foi escolhido para fazer parte desta rede de escolas.
PROJETO
O Projeto Iogeneration tem como missão consciencializar a população, incluindo os profissionais dos serviços alimentares escolares, apara a importância da ingestão adequada de iodo para a saúde. Trata-se de um projeto que pretende contribuir com informação que promova políticas e medidas de saúde pública que reduzam as desigualdade nutricionais em idade infantil.
Pretende-se com este projeto avaliar os níveis de iodo em crianças do 1º e 2º ciclos do ensino básico (6-12 anos) relacionando-os com indicadores de desenvolvimento cognitivo e de saúde da tiroide. Também se pretende com este projeto compreender as principais implicações da utilização de sal iodado nas cantinas e domicílios.
PROTEÇÃO CIVIL
EDUCAÇÃO PARA O RISCO
A Proteção Civil é um sistema com múltiplos agentes, valências e instrumentos de atuação.
Um cidadão consciente dos riscos e do contributo que pode dar para os evitar ou para atenuar as suas consequências é, por princípio, um agente ativo de proteção civil, desempenhando um papel fundamental no sistema.
De facto, os cidadãos são, hoje em dia, simultaneamente protagonistas e agentes ativos de proteção civil, quer no que concerne ao direito à informação sobre os riscos a que estão sujeitos no seu dia-a-dia, quer no dever de adoção de medidas preventivas e comportamentos de autoproteção adequados.
PREVENÇÃO E CONTROLO DO TABAGISMO
Devido à multiplicidade e gravidade das doenças que provoca e à elevada proporção de
pessoas expostas, o consumo de tabaco constitui, presentemente, a primeira causa evitável
de doença e de morte prematura nos países desenvolvidos, contribuindo para seis das oito
primeiras causas de morte a nível mundial.
Fumar afeta todos os órgãos e sistemas, sendo causa ou fator de agravamento das doenças
não transmissíveis mais prevalentes, em particular do cancro, das doenças respiratórias, das
doenças cardiovasculares e da diabetes, bem como de outros efeitos nocivos, em particular
a nível da saúde sexual e reprodutiva e da saúde ocular.
Dada a composição química do fumo do tabaco, rico em nicotina, substância psicoativa
geradora de dependência, e em substâncias cancerígenas, tóxicas e mutagénicas, não existe
um limiar seguro de exposição para o ser humano, o que obriga à adoção de medidas
preventivas e de proteção da saúde baseadas na prova científica, custo-efetivas, continuadas
e universais.
A menos que os atuais fumadores parem de fumar, o número de mortes relacionadas com
o consumo de tabaco continuará a aumentar nos próximos anos, dado o tempo de latência
entre o início do consumo de tabaco e as doenças com ele associadas.
Assim, embora o
investimento na prevenção do consumo de tabaco nos jovens deva continuar a merecer um
forte investimento, há necessidade, em simultâneo, de reforçar as estratégias de promoção
da cessação tabágica, como via para reduzir a prevalência de fumadores na população.
Parar de fumar tem sempre benefícios, imediatos e a longo prazo, em ambos os sexos, em
todas as idades, em pessoas com ou sem doenças relacionadas com o consumo de tabaco.
Embora deixar de fumar seja benéfico em qualquer idade, os ganhos são tanto maiores
quanto mais precocemente tiver lugar a abstinência definitiva. Por outro lado, a promoção
da cessação tabágica contribui para diminuir a visibilidade social do ato de fumar, o que
constitui uma importante estratégia para prevenir a iniciação do consumo, por parte das
crianças e jovens, e para evitar a exposição ao fumo ambiental do tabaco.
Esta exposição é comprovadamente prejudicial para todas as pessoas expostas, em especial
para as crianças, as mulheres grávidas, os doentes crónicos e os trabalhadores obrigados a
permanecer em locais fechados onde se fume. A exposição ao fumo ambiental do tabaco
tem efeitos adversos imediatos sobre o sistema cardiovascular, podendo desencadear a
exacerbação de sintomas respiratórios, em particular em doentes com asma e doença
pulmonar obstrutiva crónica (DPOC).
As pessoas não fumadoras repetidamente expostas
ao fumo ambiental do tabaco apresentam uma maior probabilidade de vir a contrair cancro
do pulmão, doenças respiratórias e doenças cardiovasculares.
Devido a uma combinação única de fatores biológicos, fisiológicos, comportamentais,
sociais e ambientais, as crianças são particularmente vulneráveis à exposição ao fumo
ambiental de tabaco. Para além dos graves efeitos adversos na saúde, a exposição ao fumo
ambiental do tabaco em casa e em locais públicos contribui para que as crianças aprendam
a considerar o tabagismo como um comportamento normal dos adultos, o que aumenta a
probabilidade de, mais tarde, elas próprias se tornarem fumadoras.
A saúde é um bem precioso que é preciso preservar. No entanto qualquer de nós, em qualquer momento, pode necessitar de cuidados de saúde que podem implicar cirurgias.
A dádiva de sangue é um ato solidário para com os seus familiares, amigos e, principalmente, para com aqueles que necessitam e não o conhecem. é um ato muito simples, sem qual quer reflexo no dador. Pelo contrário, faz bem. Ao coração.
O verão, com as férias é uma época de menor dádiva. Por isso o Instituto Português de Sangue e Transplantação pede o seu contributo.
Qualquer pessoa com mais de 18 anos pode doar Sangue, em particular os dadores que não fazem a sua dádiva há mais de um ano. Quem necessita sabe que pode contar consigo.
Ao ajudar sentirá isso mesmo: Orgulho em ter feito um ato de extrema nobreza.
Ao ajudar sentirá isso mesmo: Orgulho em ter feito um ato de extrema nobreza.
Assinalado dia 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde, promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), estará este ano centrado na diabetes.
Entre outros objetivos, será lançado o primeiro relatório mundial sobre a doença, que irá "descrever o peso e as consequências da diabetes e defender a existência de sistemas de saúde mais sólidos, que assegurem uma melhor vigilância, prevenção e uma gestão mais efetiva da diabetes".
A epidemia da diabetes está a aumentar rapidamente em muitos países. Uma grande percentagem dos casos de diabetes podem ser prevenidos. A diabetes tem tratamento e pode ser controlada. A gestão da doença previne complicações. Estas são algumas das mensagens centrais da campanha, dinamizada a nível mundial pela OMS, e que pretende informar e sensibilizar a população.
É também sublinhado que muitos setores da sociedade têm "um importante papel a desempenhar", como é o caso dos governos, empregadores, educadores, setor privado, a comunicação social, mas também cada pessoa individualmente.
O álcool, no nosso país, em termos culturais e de saúde, é a primeira Toxicodependência e tem uma dimensão de longe maior do que a ocupada pelas drogas ilícitas. São várias as causas que podem levar ao alcoolismo, considerada uma doença do foro psíquico mas, também e sobretudo, uma doença social.
Vejamos o que nos dizem os números.
Dos dados distritais revelados pelo Inquérito Nacional em Meio Escolar sobre o consumo de substâncias psicoactivas, realizado pelo Núcleo de Investigação do Instituto Português da Droga e da Toxicodependência, em 2001, ressalta o facto de 88% dos alunos do Ensino Secundário do Distrito de Castelo Branco terem já experimentado cerveja. Mais, 83% dos alunos do Ensino Secundário do Distrito de Castelo Branco revelaram ter já experimentado bebidas destiladas. Estes valores são largamente superiores à média portuguesa.
De resto, a nível nacional, o mesmo Estudo afirma que 91% dos alunos portugueses já experimentaram alguma vez bebidas alcoólicas e cerca de metade (45%) consome habitualmente. De seguida, surge o tabaco com uma prevalência de 70% na população escolar nacional, ou seja, 7 em cada 10 alunos do Ensino Secundário já experimentaram o consumo de tabaco.
É fundamental ter a consciência de que a educação e promoção da saúde são essenciais para a mudança de atitudes e de comportamentos, e de que a prevenção constitui o modus operandus privilegiado.
A prevenção encerra um conjunto de medidas para evitar o aparecimento de uma doença. Existem 3 níveis de prevenção: primária, secundária e terciária, dos quais apenas a primeira corresponde ao conceito aqui apresentado. Prevenção secundária designa o tratamento propriamente dito, enquanto prevenção terciária a reabilitação.
Infelizmente, dada a grande abrangência das bebidas alcoólicas, bem como a crescente disponibilidade de outras drogas e de medicamentos psicotrópicos, as estratégias mais comuns de prevenção primária padecem de alguns constrangimentos em função da eficácia desejada. A prevenção primária é dificultada também pelo conceito cultural e social do uso de álcool e outras substâncias.
Mas ninguém tem dúvidas que é a prevenção que constitui o mais eficaz mecanismo de combate ao alcoolismo. Importa desmistificar a ideia de que o alcoolismo não é uma droga, que não gera dependência ou que, pura e simplesmente, é um acto social não punível.
O alcoolismo é um dos maiores problemas sociais do nosso tempo, apelidado até de deficiência social. Origina perturbações do comportamento, persistentes e repetitivas, viola os direitos básicos do indivíduo e dos outros. O alcoolismo é um grave fenómeno de dependência que, de forma dramática, tem marcado as sociedades nos últimos anos.
O que é?
É uma alteração da visão que faz com que a pessoa tenha dificuldades – em menor ou maior grau – de fazer a distinção entre cores, principalmente o verde e o vermelho. Há os que têm problemas com o azul e também existem os que não têm a percepção de todas as cores, vendo apenas em preto e branco ou tons de cinza, mas esses casos são minoria. O daltonismo é resultado de um defeito na retina, a parede do fundo do olho. Esse defeito afeta as células responsáveis pela percepção das cores (os cones). Como consequência, a pessoa deixa de ver – ou não vê com precisão - determinada cor.
O que acontece no olho de um daltónico?
A retina possui três tipos de células sensíveis a cores. Segundo a teoria Young-Helmholtz*, cada tipo é responsável pela percepção de uma determinada região do espetro luminoso. Na verdade pode haver uma certa sobreposição de regiões do espetro luminoso percebidas por cada tipo de célula, mas de forma geral essas regiões correspondem ao vermelho, ao verde e ao azul, que são, enfim, as cores primárias da visão. Essas cores primárias quando combinadas originam todos os outros tons. A cor que vemos depende diretamente de quanto é estimulada cada espécie de cone. Quando olhamos para a luz vermelha, somente os cones mais sensíveis ao vermelho enviam mensagens para o cérebro. Nas pessoas daltónicas, os cones não existem em número suficiente ou apresentam alguma alteração que impede o envio adequado dessas mensagens.
A retina possui três tipos de células sensíveis a cores. Segundo a teoria Young-Helmholtz*, cada tipo é responsável pela percepção de uma determinada região do espetro luminoso. Na verdade pode haver uma certa sobreposição de regiões do espetro luminoso percebidas por cada tipo de célula, mas de forma geral essas regiões correspondem ao vermelho, ao verde e ao azul, que são, enfim, as cores primárias da visão. Essas cores primárias quando combinadas originam todos os outros tons. A cor que vemos depende diretamente de quanto é estimulada cada espécie de cone. Quando olhamos para a luz vermelha, somente os cones mais sensíveis ao vermelho enviam mensagens para o cérebro. Nas pessoas daltónicas, os cones não existem em número suficiente ou apresentam alguma alteração que impede o envio adequado dessas mensagens.
* Em 1801, o físico inglês Thomas Young formulou a primeira explicação científica para a sensibilidade do olho humano às cores. Meio século depois, Hermann von Helmholtz, físico e fisiologista alemão, converteu essa explicação em teoria, universalmente aceita.
Por que motivo alguém nasce daltónico?
O daltonismo é um transtorno hereditário de herança recessiva ligada ao sexo. Para entender melhor, devemos lembrar que os homens carregam um X e um Y, enquanto as mulheres carregam dois X. Geneticamente, o sexo é determinado pelo facto da pessoa apresentar XX (mulher) ou XY (homem). A mãe transmite para seus filhos o X, enquanto o pai pode transmitir mais um X(formando uma menina XX) ou um Y (formando um menino XY).
O daltonismo é um transtorno hereditário de herança recessiva ligada ao sexo. Para entender melhor, devemos lembrar que os homens carregam um X e um Y, enquanto as mulheres carregam dois X. Geneticamente, o sexo é determinado pelo facto da pessoa apresentar XX (mulher) ou XY (homem). A mãe transmite para seus filhos o X, enquanto o pai pode transmitir mais um X(formando uma menina XX) ou um Y (formando um menino XY).
A herança mais clássica para o daltonismo está ligada ao cromossoma sexual X. O cromossoma é responsável por transmitir as características hereditários de todos nós. Se uma mulher recebe um cromossoma X com traços para o daltonismo de seu pai ou de sua mãe, ela não terá a doença pois seu outro cromossoma compensará o defeito. Nesse caso ela é chamada de portadora, pois, ela tem o gene alterado, não tem a doença, mas pode transmitir esse gene para seus filhos. Os homens, que não têm um cromossoma X a mais para compensar o defeituoso, terão a doença quando receberem um X alterado. Para que a mulher tenha daltonismo, seus dois cromossomas X têm que estar afetados, ou seja, o seu pai tem que ser daltónico e a mãe, portadora ou daltónica.
Como saber se sou mesmo daltónico?
O problema passa despercebido para muita gente, que só o descobre depois de devidamente submetido a um teste clínico. Casos em que o grau de dificuldade para assimilar cores é maior começam a ser descobertos no próprio dia-a-dia: uso de meias de cores diferentes ou combinações duvidosas de roupas. Normalmente, o daltonismo é detetado já na infância, quando a criança começa a aprender as cores. Procure um oftalmologista e converse com ele sobre suas dúvidas.
O problema passa despercebido para muita gente, que só o descobre depois de devidamente submetido a um teste clínico. Casos em que o grau de dificuldade para assimilar cores é maior começam a ser descobertos no próprio dia-a-dia: uso de meias de cores diferentes ou combinações duvidosas de roupas. Normalmente, o daltonismo é detetado já na infância, quando a criança começa a aprender as cores. Procure um oftalmologista e converse com ele sobre suas dúvidas.
Existe cura ou algum tratamento?
Embora ainda não exista cura para o daltonismo, isto não costuma ser traumático para a grande maioria das pessoas. Há porém, uma empresa americana que fabrica lentes que permite a distinção de cores pelos daltónicos. Elas seriam seletivas quanto à passagem de luz, bloqueando o necessário para corrigir defeitos da visão. Mas alguns estudiosos ainda encaram a iniciativa com reservas alegando que não há estudos científicos que reconhecidamente indiquem o método.
Embora ainda não exista cura para o daltonismo, isto não costuma ser traumático para a grande maioria das pessoas. Há porém, uma empresa americana que fabrica lentes que permite a distinção de cores pelos daltónicos. Elas seriam seletivas quanto à passagem de luz, bloqueando o necessário para corrigir defeitos da visão. Mas alguns estudiosos ainda encaram a iniciativa com reservas alegando que não há estudos científicos que reconhecidamente indiquem o método.
Existem profissões proibidas para portadores de daltonismo?
Sim. A pessoa não poderá, por exemplo, pilotar uma aeronave, ser maquinista, trabalhar com navegação marítima porque as cores são essenciais para estas profissões. Porém isso não chega a ser um problema na hora de conseguir emprego na maioria das profissões.
E mais: Vincent Van Gogh - ele mesmo, o pintor - era daltónico...
Há vários tipos de daltónicos?
O mais comum é o grupo de pessoas com dificuldades para o vermelho- verde, e este grau de perceção é bastante variado. Há os com problemas com azul-amarelo, mas estes são bastante raros. Importante ressaltar que nenhum dos portadores destes tipos de daltonismo mostra-se totalmente incapaz de identificar uma ou outra cor. Eles as percebem de maneira diferente e o grau desta diferença varia muito de pessoa para pessoa. Existe, porém, uma forma mais severa denominada de acromatopsia, a inabilidade para ver qualquer cor. Os especialistas costumam chamar a atenção para o facto de que ninguém – seja daltónico ou não – vê exatamente igual ao outro.
O mais comum é o grupo de pessoas com dificuldades para o vermelho- verde, e este grau de perceção é bastante variado. Há os com problemas com azul-amarelo, mas estes são bastante raros. Importante ressaltar que nenhum dos portadores destes tipos de daltonismo mostra-se totalmente incapaz de identificar uma ou outra cor. Eles as percebem de maneira diferente e o grau desta diferença varia muito de pessoa para pessoa. Existe, porém, uma forma mais severa denominada de acromatopsia, a inabilidade para ver qualquer cor. Os especialistas costumam chamar a atenção para o facto de que ninguém – seja daltónico ou não – vê exatamente igual ao outro.
Curiosidade
John Dalton, físico e químico inglês nascido em Cumberland, em 1766, criador da teoria atómica, estudou nele próprio a doença que acabou conhecida como daltonismo.
John Dalton, físico e químico inglês nascido em Cumberland, em 1766, criador da teoria atómica, estudou nele próprio a doença que acabou conhecida como daltonismo.
O projeto "Artways - Políticas Educativas e de Formação Contra a
Violência e Delinquência Juvenil" é um Projeto da UMAR, financiado pelo
Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants) e gerido pela
Fundação Calouste Gulbenkian.
O objetivo do projeto Artways centra-se na prevenção primária da violência
e da delinquência juvenil, cujos focos de intervenção são as escolas e os
centros educativos. Durante este projeto, serão dinamizadas aulas formativas
nas escolas para educar os/as jovens para a não-violência e pretende-se abordar
os seguintes temas: direitos humanos, direitos das mulheres, direitos das
crianças, violência no namoro, violência entre pares, violência doméstica,
estereótipos, preconceito, competências sociais, regulação emocional, entre
outros.
Assim, durante o ano letivo 2014/2015, pretendem-se realizar 15 sessões de
periodicidade quinzenal integradas no currículo escolar com uma duração de 45,
50 ou 60 minutos por sessão (conforme necessidade das escolas). A metodologia
utilizada para as sessões é a arte, cujo dinamismo com os/as alunos/as se faz
através de música, teatro, jogos didáticos, vídeos, etc.
Para finalizar as 15 sessões, será realizado um seminário final, onde os/as
alunos/as apresentam um produto artístico para outros/as colegas de outras
escolas, docentes e público em geral. Esta iniciativa ocorre, geralmente, no
auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Tendo em conta os 18 meses do projeto, e durante os primeiros seis meses do
ano letivo 2015/2016, os/as alunos/as envolvidos/as durante o primeiro ano
letivo, serão "multiplicadores/as do projeto" e, por isso, serão
preparadas junto destes/as algumas dinâmicas que os/as mesmos/as terão que
apresentar noutra turma de ano curricular inferior.
O projeto prevê ainda a dinamização de várias ações formativas quer para
docentes, quer para técnicos/as ligados/as à violência (psicólogos/as,
assistentes sociais, educadores/as sociais, entre outros/as).
Sessões nas Escolas
As sessões deverão desenvolver-se em três momentos:
- Momento organizador: lembrar os conteúdos da
sessão anterior (5 minutos iniciais) e explicitar os conteúdos a tratar na
respetiva sessão;
- Momento de desenvolvimento: exploração dos temas
e atividades propostos para a sessão;
- Momento de avaliação: refletir sobre o que se
aprendeu e como decorreram as atividades (5 minutos finais).
O programa será implementado de acordo com o estabelecimento de um
protocolo com a escola, e decorrerá na aula de Formação Cívica ou outra, na
presença do respetivo/a Diretor/a de Turma, e com caráter quinzenal. O objetivo
é a realização de um mínimo de 15 sessões, durante o ano letivo, e a aplicação
do programa na mesma turma em dois anos letivos consequentes.
Quais os objetivos?
Assim, a intervenção com jovens no contexto das sessões do Projeto visam:
- Aumentar a sensibilidade dos/as jovens para o
respeito pela diferença e pela Igualdade de Oportunidades e
empoderá-los/as, construindo-se como sujeitos e agentes da sua própria
mudança;
- Contribuir para a tomada de consciência quanto
aos temas desenvolvidos;
- Capacitar os/as jovens na recusa efetiva da
violência como forma de relacionamento entre géneros sensibilizando para
novos comportamentos e prevenindo a violência de género;
- Desenvolver com os/as jovens valores, atitudes e
princípios saudáveis, no sentido de os capacitar a construir relações
afetivas, de amizade e de trabalho assentes na paz e no respeito por si
mesmos/as e pelos/as outros/as;
Quais os temas explorados?
Por conseguinte, os objetivos anteriormente referidos deverão ser
alcançados no decurso das sessões promovidas pelas técnicas do projeto, e nas
quais serão explorados os seguintes temas:
- Direitos Humanos;
- Direitos das Crianças;
- Direitos das Mulheres;
- (Des)Igualdades de Género;
- Violência Doméstica;
- Violência no Namoro;
- Violência entre Pares;
- Violência através das redes sociais;
- Violência na escola;
- Assédio sexual;
- Treino de competências pessoais e sociais;
- Tomada de decisão e resolução de Problemas;
- Regulação emocional;
- Empowerment (empoderamento).
Estes são os temas propostos pelo Projeto, contudo são trabalhados de
acordo com as necessidades e interesses dos grupos-turma.
Ao criar o Dia Internacional da Dança a UNESCO escolheu o 29 de abril por ser a data de nascimento do mestre francês Jean-Georges Noverre (1727-1810). Ele ultrapassou os princípios gerais que norteavam a dança do seu tempo para enfrentar problemas relativos à execução da obra. A sua proposta era atribuir expressividade a dança por meio da pantomima, a simplificação na execução dos passos e a subtileza nos movimentos. Noverre destaca-se na história por ter escrito um conjunto de cartas sobre o balé de sua época, “Letters sur la Danse”.
Quando se fala em Saúde Sexual e Reprodutiva estão implícitos vários temas mais específicos, que vão desde o bem-estar físico e a ausência de doenças, à possibilidade de decidir livremente se se quer ter, ou não, uma família. Mas a saúde sexual e reprodutiva também diz respeito ao bem-estar emocional através de uma vivência sexual prazerosa e segura.
Falar de Saúde Sexual e Reprodutiva é falar também de:
- Combate à violência sexual baseada em questões de género
- Luta contra o aborto não seguro
- Promoção de direitos para quem vai ser pai, ou vai ser mãe
- Promoção dos cuidados de saúde perinatais
- Prevenção da gravidez indesejada
- Promoção da educação sexual
- Direito à escolha em contraceção
- Direito a ser respeitado na sua identidade sexual
- Promoção de uma sexualidade saudável e responsável
Falar de saúde sexual e reprodutiva é falar de DIREITOS!
O Dia Mundial da Saúde é celebrado anualmente a 7 de abril.
A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, aquando da organização da primeira assembleia da OMS. Desde 1950, que no dia 7 de abril se celebra o Dia Mundial da Saúde.
Cada ano, a organização escolhe um tema central para ser debatido no Dia Mundial da Saúde e que representa uma prioridade na agenda internacional da OMS.
O Dia Mundial da Saúde é uma oportunidade única de alertar a sociedade civil para temas-chave na área da saúde que afetam a humanidade e para desenvolver atividades com vista à promoção do bem estar das populações, assim como de promover hábitos de vida saudáveis.
O Dia dos Namorados, em alguns países chamado Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais e namorados e, em alguns lugares, é o dia de demonstrar afeição entre amigos. Sendo comum a troca de cartões e presentes com o símbolo de coração, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro.
Dia Mundial da Luta Contra a Sida
O que é a SIDA?
A palavra SIDA significa Síndroma da Imunodeficiência Adquirida, que é uma doença resultante da infeção pelo VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana). Este vírus ataca e destrói as defesas do organismo, levando a pessoa à morte. Atualmente, com as diversas terapias de combinação potentes, as pessoas infetadas veem a sua vida prolongada em vários anos. Na realidade, a esperança de vida de uma pessoaseropositiva é, hoje em dia, similar à de uma pessoa perfeitamente normal, de acordo com o reportado na Conferência de Los Angeles.
Como se transmite o vírus do VIH?
- Através do sexo vaginal, anal ou oral sem preservativo, com alguém infetado (homem com mulher, homem com homem ou mulher com mulher).
- Pela partilha agulhas e seringas com sangue contaminado pelo VIH. Esta é a forma mais direta de contrair o vírus do VIH, e, sob o efeito de outras drogas, como o álcool, as pessoas podem expor-se ao risco de fazer sexo sem preservativo.
- De mãe para filho (transmissão vertical), durante a gravidez, no parto ou na amamentação.
- Através de transfusões de sangue contaminado pelo VIH. É por isso que só se recebe sangue devidamente testado para o VIH e outras doenças.
- Ocorre também através de materiais cortantes e pontiagudos, contaminados pelo VIH, utilizados nas tatuagens, injeções, nos serviços de manicure e barbeiro (alicates, navalhas e lâminas de barbear, principalmente), instrumentos odontológicos e cirúrgicos, entre outros.
Lembre-se que as pessoas infetadas pelo VIH podem ter um aspeto saudável.
Como não se transmite o vírus do VIH?
- O VIH não se transmite em piscinas, casas de banho, maçanetas, transportes.
- Também não se contrai a SIDA através de abraços ou apertos de mão.
Como evitar o VIH?
- Usar o preservativo em qualquer tipo de relação sexual (vaginal, anal ou oral), seja homem com mulher, homem com homem ou mulher com mulher.
- Não partilhar agulhas ou seringas.
- Evitar contactos com objectos cortantes ou pontiagudos não esterilizados.
O que fazer se um amigo tiver VIH ou estiver doente com SIDA?
- A melhor maneira de ajudar um portador de VIH ou doente com SIDA é ser um amigo de verdade. A SIDA não é transmitida ao fazer-se carinho, ao ir à escola, às festas ou ao praticar desportos juntos.
Dia Mundial da Alimentação
O Dia Mundial da
Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro para comemorar a criação em 1945
da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO - Food and Agriculture Organization
of the United Nations). O objetivo do Dia Mundial da Alimentação é consciencializar a
humanidade sobre a difícil situação que enfrentam as pessoas que passam fome e
estão desnutridas, e promover em todo o mundo a participação da população na
luta contra a fome. Todos os anos, mais de 150 países celebram este
evento.
Durante o
Dia Mundial da Alimentação ressalta-se cada ano um tema em que se focalizam
todas as atividades. Este ano o tema central é «Cooperativas agrícolas - chave para alimentar o mundo» (Agricultural cooperatives – key to
feeding the world). Escolhido pela
Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o tema
deste ano visa promover a reflexão sobre o papel das cooperativas agrícolas na
garantia da segurança alimentar e na redução da pobreza.
Alimentação saudável
Uma alimentação saudável consiste numa alimentação completa, equilibrada
e variada. Para se garantir uma alimentação saudável é muito importante seguir
a roda dos alimentos, fazer pelo menos 5 refeições por dia e beber muita água
diariamente.
A Roda dos Alimentos é um dos melhores instrumentos de promoção de uma alimentação saudável:
Como fazer uma alimentação saudável
·
Pequeno-almoço.
·
Meio da manhã.
·
Almoço.
·
Meio da tarde.
·
Jantar.
Principais funções de uma alimentação equilibrada
·
Assegurar a sobrevivência do ser humano.
·
Fornecer energia e nutrientes necessários ao bom funcionamento
do organismo.
·
Contribuir para o bem-estar da saúde física e mental.
·
Prevenir algumas doenças (tais como: obesidade, doenças
cardiovasculares, diabetes, certos tipo de cancro, etc.).
·
Contribuir para o normal crescimento e desenvolvimento das
crianças e adolescentes.
Princípios da alimentação saudável
Completa
Diariamente devem ser ingeridos
todos os alimentos de cada grupo da roda alimentar e beber água diariamente.
Equilibrada
Ingerir mais alimentos com
maior dimensão na roda dos alimentos e menos daqueles com menor dimensão
de forma a garantir o equilíbrio alimentar e comer as porções recomendadas.
Variada
Tentar variar o máximo possível
a sua alimentação, dentro de cada grupo, diária, mensal e de acordo com a
estação do ano.
Hábitos de alimentação saudável
·
Reduza o consumo do sal.
·
Evite consumir açúcar e produtos açucarados.
·
Aumente o consumo de frutas, legumes e hortaliças.
·
Aumente o consumo de peixes e carnes brancas e reduza as carnes
vermelhas.
·
Beba muita água diariamente.
·
Não abusar das bebidas alcoólicas.
·
Evitar comer fritos ou comidas com muita gordura, opte por
cozidos, grelhados e estufados.
·
Evitar a utilizar reutilizar gorduras aquecidas ou óleos
queimados.
·
Ao utilizar uma gordura, dê preferência ao azeite.
Para se ter uma alimentação
saudável é muito importante também beber muita água, entre 1,5 a 3 litros por
dia, pois o corpo humano é constituído 70% por água e a insuficiência de água
pode desenvolver doenças tais como: envelhecimento precoce da pele, prisão de
ventre, problemas renais, entre outros.
Porções recomendadas pela Roda dos Alimentos:
A água, pelo seu papel
essencial na nossa saúde ocupa um lugar central na Roda dos Alimentos. A
ingestão de bebidas
alcoólicas está
totalmente desaconselhada em jovens, crianças, grávidas e aleitantes. Um adulto
deve ingeri-las com moderação e a acompanhar as refeições.
Consulte o guia de recomendações para uma alimentação saudável aqui.
DIA DOS NAMORADOS
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Continuou celebrando casamentos, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Já preso, muitos jovens enviavam-lhe flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.
Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele apaixonou-se pela filha cega de um guarda prisional e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data da sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day.
Na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxónicos, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
Foi instituído a 11 de Fevereiro de 1992 pelo Papa João Paulo II
e é, anualmente, celebrado para apelar à humanidade para que seja promovido um serviço
de maior atenção à pessoa doente.
A saúde é o bem mais inestimável que podemos possuir, embora só nos momentos de doença é que lhe damos o real valor.
A doença é uma escola de vida, pois temos de aprender a viver com ela, a adaptar-nos às limitações que ela nos causa, mas é sobretudo na luta pela vida que aprendemos o quão forte somos e até onde podemos ir.
Ainda não é possível eliminar o sofrimento profundo da alma, que muitas vezes como doentes guardamos profundamente no nosso ser, mas ele alerta-nos e conduz-nos à procura de um novo sentido de vida, mais amplo e global.
No sentido da celebração deste dia escolhemos para a nossa campanha um tema relevante e de interesse prioritário para a saúde pública mundial, a HIPERTENSÃO ARTERIAL, com vista à redução do número de enfartes do miocárdio e acidentes cérebro vasculares.
As
metas específicas da campanha são:
- promover a tomada de consciência sobre as causas e consequências da hipertensão;
- motivar as pessoas a modificar comportamentos que podem provocar hipertensão;
- consciencializar sobre a importância do controle periódico da pressão arterial.
Quais os valores normais da tensão arterial?
Os
valores ideais variam com a idade. Para um indivíduo com 20 anos a
classificação é a seguinte:
Graus
|
Pressão Arterial
(mm de Hg) | |
|
Sistólica
| Diastólica | |
|
Hipotensão
|
100-120
|
60-80
|
|
Ótima
|
120
|
80
|
|
Normal
|
120-130
|
80-85
|
|
Normal alta
|
130-140
|
85-90
|
|
Hipertensão
|
>140
|
>90
|
A
Pressão Sistólica (pressão máxima)corresponde à pressão observada
quando o coração está contraído, em sístole, e o sangue é expelido através da
artéria aorta.
A Pressão Diastólica (pressão mínima) corresponde, por seu lado, à pressão observada quando o coração está relaxado, em diástole.
Quais os efeitos da hipertensão?
A
HTA obriga o coração a exercer mais força para conseguir levar o sangue
arterial a todo o corpo. Este maior esforço leva a um aumento do músculo
cardíaco (hipertrofia) e à dilatação do coração. Como consequência, o coração
deixa de ser capaz de bombear o sangue necessário ao organismo e mesmo ao músculo
cardíaco, originando angina de peito.
Mesmo
uma hipertensão crónica ligeira pode provocar lesões do coração e vasos
sanguíneos. Aterosclerose, enfarte do miocárdio, arritmia cardíaca, acidente
vascular cerebral, disfunções renais, etc. são algumas das consequências da
hipertensão.
Como
detetar a hipertensão?
Mesmo
as pessoas com tensão arterial normal devem fazer medições regulares da tensão
e contactar o médico quando houver qualquer alteração nos valores, para
avaliação do caso.
Fatores
que provocam a hipertensão arterial
Existem
dois tipos de Hipertensão:
©Hipertensão Essencial
Não tem causa aparente, sendo resultado da
combinação de vários fatores de risco como:
|
© |
Excesso de peso; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| © |
Alimentação desequilibrada; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
© |
Tabaco; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
© |
Stresse/Problemas psíquicos; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
© |
Consumo elevado de álcool; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
© |
Falta de exercício, | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| © |
Fatores genéticos; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
© |
Alguns medicamentos. ©Hipertensão Arterial Secundária
Tem uma causa bem definida como por
exemplo:
Qual o tratamento?
Numa primeira fase, o tratamento consiste na alteração do estilo de vida:
Numa segunda fase,
se a alteração do estilo de vida não for suficiente, o médico institui uma
medicação, que deverá ser sempre acompanhada das medidas dietéticas.
O
tratamento farmacológico instituído não se destina a curar a HTA, mas a
controlar os valores da tensão, por isso, deverá ser mantido para sempre.
Em
relação ao mecanismo de ação os antihipertensores dividem-se em
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
Quando se fala em Saúde Sexual e Reprodutiva estão implicitos vários temas mais específicos, que vão desde o bem estar físico e a ausência de doenças, à possibilidade de decidir livremente se se quer ter, ou não, uma família. Mas à Saúde Sexual e Reprodutiva também diz respeito ao bem estar emocional através de uma vivência sexual prazerosa e segura.
Falar de Saúde Sexual e Reprodutiva é falar também de direitos:
- combate à violência sexual baseada em questões de género;
- luta contra o aborto não seguro;
- promoção de direitos para quem vai ser mãe, ou vai ser pai;
- promoção de cuidados de saúde perinatais;
- prevenção da gravidez indesejada;
- promoção da educação sexual;
- direito à escolha da contraceção;
- direito a ser respeitado na sua identidade sexual;
- promoção de uma sexualidade saudável e responsável.
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